A morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, alvejado por
policiais militares após uma perseguição na última quarta-feira, foi
mais um dos casos registrados pela Polícia Militar de São Paulo de
"resistência seguida de morte", que deram um salto desde meados de junho
- época da eclosão de uma onda de violência no Estado. Segundo dados da
própria corporação, a média de pessoas mortas pela PM em julho ficou
acima da anotada até agora no ano. Até 18 de junho, eram 230 casos - uma
média de 1,35 por dia; em julho, foram 49 mortes, elevando a média para
2,45 casos diários.


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